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Super Garagem Santa Matilde Turbo

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Super Garagem Santa Matilde Turbo


O Santa Matilde é aquele tipo de carro que faz você fazer as contas e imaginar o quanto a relação peso versus

 potência pode ser compensadora. Logicamente que se trata de um carro que utiliza a plataforma do Opala, originalmente pesada. Mas a carroceria em fibra-de-vidro é um atrativo à parte para quem gosta de ganhar velocidade com muita facilidade.

E quando o seu pensamento chega ao capítulo motor e você confere que o propulsor tem cerca de 500 cavalos,

esta brincandeira fica ainda mais interessante. O protagonista desta história é Gilmar Filho, comerciante paulista. Tudo começou quando o carro foi comprado há cerca de quatro anos. "Meu pai comprou este carro de uma viúva, por 5 mil reais", conta Tuco, como é conhecido o dono do brinquedo.

O Santa Matilde ano 1982 estava com a mecânica impecável e recebeu uma restauração completa de funilaria. Naquela época, ainda com 93 mil quilômetros originais, o carro funcionava perfeitamente, inclusive o ar-condicionado. Tuco, amante dos motores bravos, acabara de vender um Maverick V8, queria um novo carro e acabou comprando o carro do pai.

Sua intenção de substituir temporariamente o Ford ficou séria. Mesmo já sendo dono de um novo Maverick, Tuco continuou com o SM, mas o motor não ficaria original: ganhou kit turbo completo, mas ainda com carburador Brosol 3E e um bico suplementar, além do cãmbio original. Mas logicamente, Tuco queria mais!

Competência.

Para isso, procurou a empresa Allen e encomendou ao renomado preparador Rogério Rascio um upgrade à altura do visual do carro. Mesmo trabalhando com pistões e bielas originais, o carro sofreu um novo acerto. Comando de válvulas e cabeçote permaneceram originais. Para a alimentação, o antigo 3E deu lugar a uma competente Weber 40 IDF que foi instalada em coletor de admissão retrabalhado pela Allen.

O motor, que é alimentado com álcool, recebe o combustível por meio de duas bombas GTI Full da Dinâmica. Ainda na linha encontra-se um dosador modelo HPI.

O coletor de escape foi feito pelo BINHO ESCAPAMENTOS e trabalha com uma turbina Master Power Super 70. A configuração de caixa quente é .70 e a configuração de caixa fria é .80. A pressão é regulada por válvula wastegate da Belquip e está configurada para 2.0 bar. Ainda na pressurização, encontra-se uma válvula de prioridade da Belquip.

Na parte elétrica, o carro recebeu uma bobina MSD Blaster SS que trabalha em conjunto com distribuidor retrabalhado e velas NGK Iridium. Os cabos são da Accel, modelo de 8.8 mm..

Na transmissão, a Allen instalou um novo volente de motor aliviado que trabalha agora com um câmbio Clarck de quatro marchas, derivado de Dodger. O deferencial é um Dana, mas não trabalha com blocante. Para embreagem, foi utilizado um conjunto feito pela Displatô com disco com pastilhas em cerâmica.

As suspensões de Opala foram retrabalhadas e ganharam amortecedores da GASS. O carro é calçado com rodas Mangels aro 20 x 8.5 e sofrendores pneus Toyo.

Explicamos: ao leve toque no acelerador, o carro insiste em querer atravessar com a força do motor e deixa uma lista de borracha no asfalto. Os pneus traseiros têm configuração 275/30R20 e os dianteiros tem 245/35R20. A dirigibilidade do carro ficou espetacular. Para fear, pinças e discos nas quatro rodas.

 

Texto original pode ser conferido aqui

Última atualização em Dom, 03 de Outubro de 2010 13:44